Tolerância do cultivar de milheto ADR-300 ao herbicida atrazine

Hugo de Almeida Dan, Alberto Leão de Lemos Barroso, Tiago Rezende Finotti, Lilian Gomes de Moraes Dan, Renato Lara de Assis

Resumo


Este trabalho teve por objetivo avaliar a seletividade do herbicida atrazine para a cultura do milheto (Pennisetum glaucum). O ensaio foi implantado em vasos com capacidade de 10 dm-3 de solo, em condições de casa de vegetação em delineamento inteiramente casualizado, por meio do esquema fatorial 5 x 3 com quatro repetições, correspondendo a cinco doses de atrazine: 0; 0,5; 1,5; 2,5 e 4,0 kg ha-1, aplicadas em três estádios de crescimento do milheto (duas, quatro e oito folhas expandidas) cultivar ADR-300. Foram avaliados os níveis de fitotoxicidade aos 7 e 21 dias após a aplicação, altura das plantas, biomassa seca da parte aérea e massa das espigas. Maiores sintomas de fitointoxicação seguido de redução no acúmulo de biomassa seca foram obtidos em aplicações realizadas nos estádios mais precoces da cultura e se intensificaram com o incremento da dose do herbicida. Em relação à massa da espiga, doses inferiores a 1,5 kg ha-1 de atrazine apresentaram maior flexibilidade quanto ao estádio de aplicação, podendo ser utilizadas de forma segura visando o manejo de plantas daninhas no cultivar ADR-300.


Palavras-chave


Gramínea; Triazinas; Seletividade

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