Esterco líquido bovino e uréia no crescimento e produção de biomassa do maracujazeiro amarelo

Adriana Araujo Diniz, Lourival Ferreira Cavalcante, Alex Matheus Rebequi, Járisson Cavalcante Nunes, Míriam Alice da Silva Brehm

Resumo



Objetivou-se avaliar o efeito da aplicação de esterco bovino líquido e uréia no crescimento e na alocação de biomassa nos diferentes órgãos do maracujazeiro amarelo. O experimento foi desenvolvido no período de setembro de 2006 a dezembro de 2007, no município de Remígio - PB. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso com três repetições e três plantas por parcela, totalizando 180 plantas para observação, usando esquema fatorial 5 x 2, referente ao esterco bovino líquido (ELB) nas proporções em água (A) de 0%  (0ELB + 4A); 25% (1ELB + 3A); 50% (2ELB + 2A); 75% (3ELB + 1A) e 100% (4ELB + 0A), tomando 4 L planta-1 da mistura como volume padrão no solo sem e com nitrogênio, fornecido a cada 30 dias após o plantio até o final do experimento. Aos 420 dias após o plantio foi obtido o diâmetro do caule, contado o número de ramos produtivos e as plantas foram divididas em raízes, caules, ramos laterais, ramos produtivos e folhas para avaliação da matéria seca das partes constituintes do maracujazeiro amarelo. Pelos resultados se constatou que a interação esterco líquido bovino x nitrogênio exerceu efeitos significativos sobre o diâmetro do caule, número de ramos produtivos, biomassa das raízes, do caule, das folhas, dos ramos laterais e dos ramos produtivos, em que os valores na maioria dos casos aumentaram com os percentuais do esterco líquido de bovino, mas com superioridade nos tratamentos com uréia.

Palavras-chave


Maracujazeiro; Adubos e fertilizantes orgânicos; Nitrogênio - Fixação

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