Uso de diferentes formas físicas e quantidades de ração pré-inicial para frangos de corte

Ednardo Rodrigues Freitas, Nilva Kazue Sakomura, Rodrigo de Oliveira Vieira, Rafael Neme, Ana Beatriz Traldi

Resumo


Dois experimentos foram conduzidos para avaliar os efeitos de diferentes formas físicas e quantidades da ração pré-inicial sobre o desempenho e rendimento de carcaça de frangos de corte. No experimento 1, foram alojados 684 pintos em um delineamento inteiramente ao acaso, com três tratamentos e seis repetições de 38 aves. Os tratamentos consistiam no fornecimento de rações pré-iniciais nas formas: farelada, desintegrada ou peletizada. No experimento 2, foram alojados 912 pintos em um delineamento inteiramente ao acaso, com três tratamentos e oito repetições de 38 aves. Os tratamentos consistiam em ração pré-inicial na quantidade de 150 g/ave; 200 g/ave e 250 g/ave. Em cada ensaio, após o consumo da ração pré-inical, todas as aves receberam as mesmas rações, na forma farelada. Aos sete e 21 dias de idade, o ganho de peso das aves submetidas à ração farelada foi menor em relação aos demais. Entretanto, não houve diferença significativa no desempenho no período de 1 a 49 dias de idade e no rendimento de carcaça. A quantidade de ração pré-inicial oferecida não influenciou significativamente as variáveis estudadas. Conclui-se que a forma física da ração pré-inical é importante para o crescimento inicial e o fornecimento de quantidade superior a 150 g/ave não melhora o crescimento das aves.

Palavras-chave


Conversão alimentar. Ração farelada. Ração peletizada

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