Identificação de cultivares de milho com base na análise de estabilidade fenotípica no Meio-Norte brasileiro

Milton José Cardoso, Hélio Wilson Lemos de Carvalho, Leonardo Melo Pereira Rocha, Cleso Antônio Patto Pacheco, Lauro José Moreira Guimarães, Paulo Evaristo de Oliveira Guimarães, Sidney Netto Parentony, Ivênio Rubens de Oliveira

Resumo


O objetivo deste trabalho foi conhecer a adaptabilidade e a estabilidade de variedades e híbridos de milho, quando submetidos a diferentes condições ambientais do Meio-Norte brasileiro. Para isso, procedeu-se à avaliação de 22 híbridos, em uma rede experimental, e de 20 cultivares (variedades e híbridos) em outra rede, em diferentes ambientes, utilizando-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com três repetições. Os híbridos mostraram melhor adaptação que as variedades. Em ambas as redes detectaram-se diferenças entre os genótipos e os ambientes e comportamento inconsistente desses genótipos na média dos ambientes. As cultivares diferiram quanto a adaptabilidade nos ambientes desfavoráveis. Entre as cultivares de melhor adaptação (b0 > média geral), os híbridos PL 1335 e SHS 5050 e a variedade SHS 500 mostraram-se exigentes nas condições desfavoráveis (b1 > 1) e o híbrido SHS 5070 e a variedade AL 34 mostraram ser pouco exigentes nessas mesmas condições (b1 <  1). Os híbridos que mostraram adaptabilidade ampla (b0 > média geral e b1 = 1) tornam-se de importância para a agricultura da região, tais como: DKB 390, DAS 8480, DKB 455, BRS 1010, BRS 1030, dentre outros.

Palavras-chave


Zea mays; Variedade; Híbrido; Interação genótipos x ambientex ambientes.

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