Desenvolvimento inicial do algodoeiro em resposta ao armazenamento de sementes tratadas com Cloreto de Mepiquat

Eliege Aparecida de Paiva Oliveira, Claudemir Zucareli, Celso Jamil Marur, Getúlio Takashi Nagashima, Alberto Sérgio do Rego Barros

Resumo


O trabalho objetivou avaliar a manutenção do efeito do Cloreto de Mepiquat no desenvolvimento inicial das plantas de algodoeiro em função de doses e formas de aplicação do regulador e armazenamento das sementes tratadas. Sementes do cultivar IPR 120 foram tratadas com soluções de Cloreto de Mepiquat (250 g i.a. L-1) nas doses 0,0; 5,0; 10,0; 15,0 e 20,0 g i.a. kg-1 de sementes, via embebição por 12 horas e, via aplicação direta nas sementes. Ao zero; 60; 120 e 180 dias após a aplicação dos tratamentos as sementes foram semeadas em vasos e, semanalmente foram determinadas a altura e a área foliar e, aos 28 dias, o diâmetro do caule e matéria seca de caules e folhas. Os dados foram submetidos à análise de variância e a comparação de médias pelo teste de Tukey a 5%, sob o delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições, em esquema fatorial de 5 x 2 (doses x formas de aplicação), independentemente dos períodos de armazenamento. As médias de doses foram submetidas a estudos de regressão. Independente da forma de aplicação, o Cloreto de Mepiquat reduz diâmetro do caule, matéria seca de caule e folhas, área foliar e altura de plantas. A forma de aplicação e o armazenamento das sementes tratadas por até 180 dias não interferem na ação do regulador. A ação reguladora de crescimento do Cloreto de Mepiquat perdura, pelo menos, até os 28 DAE das plantas, independente da forma de aplicação, dose utilizada e período de armazenamento das sementes tratadas.


Palavras-chave


Gossypium hirsutum L.; Regulador vegetal; Embebição; Aplicação direta

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